Sempre achei melhor saber um pouco sobre tudo do que tudo sobre poucas coisas.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Que mundo hein?!


Parei pra pensar no mundo em que vivemos, nos acontecimentos recentes, nas tragédias e na falta de amor ao próximo:
Lembro que quando criança eu temia o velho do saco, o boitatá, uma ou outra bruxa das historinhas que eu lia, temia coisas banais, e hoje eu tenho medo do ser humano, do homem mesmo, de carne e osso como eu. Lendo as noticias nas redes sociais me deparei com mulheres que matam cachorrinhos indefesos na frente de seus filhos, que maltratam animais que não podem gritar por socorro, pais que matam seus filhos por vingança sem dó nem piedade. Não posso acreditar nas coisas que leio diariamente, não quero acreditar que isso tudo acontece. Tenho uma opinião simples, acho que não são humanos de verdade, devem ter nascido com um gene defeituoso que os descaracteriza como seres humanos.
Hoje eu tenho um animal de estimação, e jamais teria coragem e sangue frio para maltratá-lo, ele quebra minhas coisas, arranha minhas pernas, solta pelos em meus cobertores, estraga minhas cortinas e nem por isso recebe qualquer castigo, ele é meu amigo, que sofre quando estou triste, que chega pertinho e me faz carinho, dorme enroladinho no meu colo, precisa de mim para tudo e que me espera na porta. Não posso entender como alguém pode matar friamente, e ate gostar disso. Acho que assim como há tanta burocracia para se adotar uma criança e tanto planejamento para cria-la, devia ter um processo semelhante para se ter um animal de estimação, devia ter algo que determinasse se uma pessoa é ou não apta para cuidar de um bichinho, o qual nunca poderá dizer onde dói, ou se quer fazer xixi, que não pode dizer quando sente algum desconforto e que dependerá dessa pessoa ate o ultimo dia de sua vida. Animais vem e vão em nossa vida, e cada um deles nos marca profundamente em todas as etapas de nossas vidas, são nosso treinamento sobre responsabilidade e amor, sobre dedicação e paciência, são nosso treinamento para a vida, se não podemos com um cachorrinho ou gato, como poderemos com nossos filhos?

E é nessa hora que penso sobre a futura geração, o que nos espera daqui pra frente? Fico temerosa ao pensar em ter filhos. Tenho medo do que posso acontecer com eles, fico em duvida sobre que tipo de pessoa se tornarão, pq não acredito que essas pessoas que cometem tais crimes tenham tido um lar corrompido. Não quero que meus filhos se tornem violentos, e tampouco se tornem vitimas de pessoas violentas.
Vou ensinar meus filhos a tratar bem a todos, a respeitar cada ser vivo, espero que eles aprendam como eu aprendi a dar valor a tudo e a todos.

O mundo não está ameaçado pelas pessoas más e sim por aquelas que permitem a maldade

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Musica e Opinião


Sempre me perguntei o que leva uma pessoa a gostar de algo, a colecionar coisas e a idolatrar pessoas.
Nossos hábitos e costumes são diferentes, logo nossos gostos também, isso se aplica a musica, religião, política e todos os assuntos.
O numero de meu sapato é diferente do seu, seu gosto musical também. Não é justo que escolhamos as pessoas pelo que curtem, e também não é justo que critiquemos os outros por aquilo que gostam.
Já dizia um antigo ditado que gosto e bunda cada um tem o seu, rsrs. E é certo que aprendamos a respeitar cada individuo como ele é.
Quando se fala em musica, não acredito que exista um tipo ruim, existe aquilo de que não gosto, aquilo que não cabe em mim, mas que cai perfeitamente em outra pessoa.
Musica vem de berço, dos pais, da região, do estilo de vida. Adquirimos o gosto por musica desde o nascimento, quando nossas mães nos cantam cantigas de ninar, as mesmas
que cantaremos para nossos filhos, quando crianças dançamos em festinhas as musicas mais estranhas, e com aqueles passinhos dos quais nos envergonharemos um dia, mas tudo que ouvimos nos é agradável. e me pergunto por que essa consciência não nos acompanha ao longo da vida.
Crescemos e ficamos enjoados, mudamos por causa dos amigos, mas não devíamos, temos de manter nossa opinião firme.
Tem um tempinho fui a uma balada da qual não curto o estilo musical, mas me diverti, pois o que realmente importava era a companhia dos amigos, isso se chama respeito, e todas as pessoas deviam ter esse mesmo pensamento.
tal como religião, musica é algo pessoal, e não deve ser criticado. Os cantores, grupos e bandas se esforçam, trabalham duro para agradar seu publico. Então o seu cantor é igual a o meu, ele trabalha igual, e tem seguidores. Estilos diferentes mas com um único propósito, entreter.
Não me peça pra comprar um cd da sua banda, ou pra curtir como você, eu o respeitarei, assim como espero de você o mesmo respeito, não falarei mal do seu funk cheio de jargões, ou do seu sertanejo melodramático, nem do seu metal pesado, ou do pagode do qual não entendo a letra, ou do samba, ou do axé, e tampouco da sua musica clássica. Mas respeite meu eletrônico sem sentido e meu alternativo deprimente. Se não gosta do que estou ouvindo, se retire, mas não me critique, como dizia minha Vó, os incomodados que se mudem. 

Vidas em construçao

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam…
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera pode não ser tão alegre…
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa…
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda…
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia…
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim…
Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão meus olhos…
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos…
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu…
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos…
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma…
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia…
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado…
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno…
E acima de tudo… Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!
Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa.


"A vida é construida nos sonhos e concretizada no amor."

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pré-conceito


Se olharmos no dicionário, encontramos Preconceito→ "qualquer opinião ou sentimento, quer favoravel ou não, concebido em exame critico, ou ideia, opinião ou sentimento desfavorável, formado a priori, sem maior conhecimento, ponderação ou razão. Um pré-conceito teria parte do mesmo significado, aquela que diz claramente ter sido formado antes, ser uma coisa já existente e que é aplicada à realidade vivida no momento presente. Somos todos vitimas desse pré-conceito, seja na infancia, quando mudamos de escola,  temos a analise critica dos nossos novos coleguinhas, sobre a mochila que usamos, como nossa mãe penteia nosso cabelo, e se os personagens dos nossos materiais são os da moda na TV, e se não formos tão "descolados" ficamos sem uma turma interessante. Na nossa adolescencia, se nao temos aquela calça jeans maneira que todas usam, se nao temos o cabelo rosa (ou temos?!), somos classificados como estranhos e inaceitáveis. Já na fase adulta, o pre´-conceito surge sobre nossos carros, como educamos os filhos, quantas peças tem sua casa, qual faculdade cursamos, enfim, somos analisados pelo que temos, e essa é a base geral para que as outras pessoas nos aceitem, e se nao condizemos com certo padrão, nao servimos para frequentar determinado grupo social. 



Mas será que já paramos para ouvir, conhecer, aprender sobre essas pessoas? Cada ser humano é unico, com habitos e costumes próprios, talvez minha conta bancaria seja recheada por milhões, mas quem sabe eu goste das calças e blusas, bolsas e cintos do camelô da esquina? Ou quem sabe eu esteja no seguro desemprego da firma de beneficiamento de batata, mas tenha 24 prestaçoes da Levi's, ou da colcci e me vista como uma princesa? Não tem como saber se não pararmos e dedicarmos um tempo para conhecer essa pessoa. 

Nossas vidas são tao conturbadas, e com o avanço da tecnologia ficou tao facil saber da vida dos outros, seja via Facebook, Twitter, Orkut e tantos outros sites de relacionamento, mas não podemos ter certeza de aquilo é verdade, se não é mais um dos muitos "Fakes" que encaramos no dia a dia. Por isso digo que nada melhor que ter um tempinho pra conhecer as pessoas na vida real, para podermos abraçá-las, apertar suas mãos e finalmente tecer um conceito digno a respeito delas.

"Não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem com você."